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Arquivo da tag: C.S. Lewis

Um dia, mil anos…

eternidade lewis

O Eterno pode encontrar-se conosco naquilo que, de con­formidade com nossas medições atuais, é um dia ou (mais provavelmente) um minuto ou um segundo; mas temos to­cado o que não é de forma alguma mensurável com medi­das de tempo, sejam longas ou curtas. Assim, nossa espe­rança é, no final, emergir, se não totalmente do tempo (o que talvez não se adapte à nossa humanidade), pelo menos da tirania, da pobreza unilinear, do tempo; domi­ná-lo e não ser dominado por ele; e assim curar aquela ferida sempre dolorida, a qual a mera sucessão e mutabilidade nos infligem, quase igualmente quando estamos feli­zes e quando estamos infelizes. Pois nos damos tão mal com o tempo que até mesmo ficamos atônitos diante de­le. “Como ele cresceu!” exclamamos. “Como o tempo voa!”, como se vez após vez a forma universal de nossa experiência fosse uma novidade. É tão estranho quanto se um peixe repetidamente se surpreendesse com a umida­de da água. E isso seria realmente estranho; a não ser que o peixe estivesse destinado a um dia se tornar num ani­mal terrestre.

C. S. Lewis, Reflections on the Psalms (“Reflexões sobre os Salmos”)

 
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Publicado por em dezembro 1, 2008 em Pensando pensamentos

 

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O dIa Da DeScObErTa

 

Há questões apresentadas a nós pelas quais teoria alguma dará sentido.Teses e doutorados ficarão dependentes da fé de cada um. O acreditar será o mais importante núcleo dos problemas e a chave das portas da liberdade.

Junto a essa fé teremos a escolha de sermos escravos, e digo escolha e escravo, pois o que era sacrifício transforma-se em privilégio e encontramos a real liberdade.

Haverá um dia em que nossos sonhos virão como um belo e raro passarinho. Poucos poderão contemplá-lo, pouquíssimos irão tocá-lo e quase ninguém ouvirá seu canto.

O dia da descoberta é todos os dias.

O dia dos artigos terem vida, o dia de não tentar mudar as pessoas e sim mudar-se para que essas pessoas se sintam atraídas pela sua mudança.

Mas há de ter o dia de viver os meus próprios sonhos, adormecidos, submissos apenas aos sonhos de Cristo, despertados.

Já concordo com C. S. Lewis: “Você não vai descobrir o guerreiro, o poeta, o filósofo ou o cristão se ficar olhando para ele como se fosse seu amante; é melhor lutar a seu lado, ler com ele, discutir e orar com ele”.

 

Jhônatas Cabral

 
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Publicado por em junho 25, 2008 em Quartos

 

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