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Arquivo da categoria: Sobre filmes e reflexos

O melhor filme dos últimos tempos da última semana!!!

 
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Publicado por em fevereiro 1, 2011 em Sobre filmes e reflexos

 

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“in dubio pro reu”

A presunção de inocência é uma das primeiras coisas que aprendemos no Direito. Este filme reflete exatamente a intolerância dos prejulgamentos, o quanto podemos destruir pessoas com palavras, falsas acusações ou simplesmente não ouvir o outro – convicções perigosas.

Duvida

 

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Do tipo de filme que ficamos em silêncio, ao final, olhando o “cast” passar.

 
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Publicado por em outubro 17, 2008 em Sobre filmes e reflexos

 

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Já Assisti (6x)!

Não poderia deixar de expressar e dividir algo tão gracioso em minha vida. Há, aproximadamente, 10 anos tive a oportunidade de “ver” Cristo por uma lente mais humana, e para minha surpresa, uma lente mais divina.

O sentido: Não existe lógica em não amar alguém que me ama tanto.

A quem não assistiu, sem preocupações, não irei narrá-lo. Porém, defendê-lo!

A citação inicial de Nikos Kazantzakis é fantástica: “A dualidade da natureza de Cristo – a necessidade, tão humana, tão sobre-humana, do homem de atingir a Deus – tem sido um mistério profundo e insondável para mim. Minha principal angústia e a fonte de todas minhas alegrias e sofrimentos desde a juventude tem sido a incessante, impiedosa batalha entre o espírito e a carne… e minha alma é a arena onde estes dois exércitos têm lutado”.  

Existe um comentário, também no início, que afirma: “O filme não é baseado nos evangelhos”… Para mim, é o filme mais bíblico que já assisti. Ou seria o mais Cristão?

Um conselho: se for assistir, assista até o fim.  É incrível como a maioria das pessoas despreza o sentido, a temática, o nexo espiritual, apenas por não se apresentar de forma “convencional”. Eu brinco dizendo que é preciso primeiro beijar o sapo para “transformá-lo” em príncipe.

Minha tese de defesa? Quais vocês preferem?

Jesus, homem, filho do Homem, Deus encarnado, carpinteiro também de cruzes, venceu todas as tentações, amou mais que qualquer um, pensou, desejou, ficou em dúvida em alguns momentos, sorriu, chorou, foi amigo, queria os abraços dos amigos, a vida de Cristo antes dos 30 anos, etc. Acho que tenho muitas, no entanto, formalizo uma:

O filme não minimiza a Cristo, o maximiza!

Convido-os, em seus pontos de vista, a amolecerem os corações a fim de perceberem quão profunda foi sua decisão de amar.

 

 Jhônatas Cabral

 
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Publicado por em agosto 3, 2008 em Sobre filmes e reflexos

 

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Maravilhoso e profundo como um despertar de uma lembrança.

 
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Publicado por em janeiro 20, 2008 em Sobre filmes e reflexos