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Arquivo mensal: abril 2011

5 e 5

5 e 5.

Fim de tarde.

Uma implosão acontece dentro de mim.

Acho que a construção começou…

Eu peço a Deus o poder de controlar o tempo

que faria você viver o tempo que eu vivi.

Eu até poderia não ter vivido 10 anos a mais.

Na dúvida, eu testava as duas coisas.

5 e 5.

Já nem sei…

Eu preciso continuar te olhando

Com desejo de afeto.

A eternidade se encontra com o tempo que sempre foge…

A calmaria do mar, da brisa,

de seu olhar frágil de descoberta,

Convida-me ao  silêncio das pausas…

Ah… Os ponteiros de meu relógio já me obedecem!

Eu agradeço a Deus e petrifico aquele momento.

Quero me confessar, talvez correr o risco de perder o encanto,

Entregar meu sentimento em palavras.

É quando você diz: – Vamos embora?

Você sabe me proteger.

Afinal, os ponteiros do seu relógio diferem dos meus.

5 e 5…

É o tempo que o senhor do tempo nos permitiu.

Será que foi uma resposta ao meu pedido?

Sei Lá…

Uma coisa eu sei: não estou doente dos olhos, não preciso pensar!

 
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Publicado por em abril 21, 2011 em Poemas

 

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