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Arquivo mensal: janeiro 2010

“A vida é tão rara”…

Paciência (Lenine e Dudu Falcão)

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára…

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara…

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência…

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência…

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não…

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Publicado por em janeiro 9, 2010 em Sobre música e sentimento

 

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O livro vermelho emprestado por Aberival que me convidou a demitir um Deus tirano

Brennan manning é o autor que mais tenho lido no momento. Comecei pelo “o impostor que vive em mim” e depois pelo “O evangelho maltrapilho” (emprestado pelo Aberi)

O livro veio a mim numa sacola devidamente conservado e emplastificado sem rasura alguma em suas páginas (nos meus livros, o crime é não rasurar) logo percebi o quão precioso era para ele. Comecei a lê-lo no dia seguinte e me apaixonei à primeira palavrinha…

“O evangelho maltrapilho foi escrito com um público leitor específico em mente. Este livro não é para os superespirituais. Não é para os cristãos musculosos que têm John Wayne como herói, e não Jesus. Não é para os acadêmicos que aprisionam Jesus na torre de Marfim da exegese. Não é para gente barulhenta e bonachona que manipula o cristianismo ponto de torná-lo um simples apelo ao emocionalismo. Não é para os místicos de capuz que querem mágica na sua religião. Não é para os cristãos “aleluia”, que vivem apenas no alto da montanha e nunca visitaram o vale da desolação. Não é para os destemidos que nunca derramaram lágrimas. Não é para os zelotes ardentes que se gabam com o jovem rico dos Evangelhos: “Guardo todos esses mandamentos desde a minha juventude”. Não é para os complacentes, que ostentam sobre os ombros um sacolão de honras, diplomas e boas obras, crendo que efetivamente chegaram lá. Não é para os legalistas, que preferem entregar o controle da alma a regras a viver em união com Jesus. O evangelho maltrapilho foi escrito para os discipulados, os derrotados  e os exauridos. Ele é para os sobrecarregados que vivem ainda mudando o peso da mala pesada de uma mão para a outra. É para os vacilantes e de joelhos fracos, que sabem que não se bastam de forma alguma e são orgulhosos demais para aceitara esmola da graça admirável. É para os discípulos inconsistentes e instáveis cuja azeitona vive caindo para fora da empada. É para homens e mulheres pobres, fracos e pecaminosos com falhas hereditárias e talentos limitados. É para os vasos de barro que arrastam pés de argila. É para os recurvados e contundidos que sentem que sua vida é um grave desapontamento para Deus. É para gente inteligente que sabe que é estúpida, e para discípulos honestos que admitem que são canalhas. O evangelho maltrapilho é um livro que escrevi para mim mesmo e para quem quer que tenha ficado cansado e desencorajado ao longo do caminho.”   (Brennan Manning)

 

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O livro rosa emprestado por Valéria que me levou a um passeio dentro de mim mesmo.

Quando alguém me empresta um livro fico muito grato, pois independente de eu gostar do livro eu gosto mesmo é do tesouro dividido.   

“Quando discutir com pessoas queridas, deixe-as ganhar. Escolha ser feliz em vez de ter razão”

(Dominique Glocheux)  

 

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