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Arquivo mensal: dezembro 2008

Meu melhor amigo…

Ele é como o vento que não precisamos ver para sentí-lo. Ele é a mais linda poesia, a mais perfeita canção. Quando todos me ofereceram a culpa, ele sorriu para mim e me cobriu com o lençol de sua graça. Hoje, eu posso andar de bicicleta. Ontem, ele foi as rodinhas de equilíbrio que me fizeram acreditar que era possível. Ele me conforta a todo instante, mesmo nos momentos que o faço entristecer-se. O primeiro natal foi o seu nascimento e seu nome é sagrado para mim, assim como a palavra amor. “Cinco letras maravilhosas que são, cinco letras maravilhosas que são: j-e-s-u-s, j-e-s-u-s, j-e-s-u-s de Jesus”.

Quem poderia dar os melhores presentes aos adultos? Quem poderia trazer a alegria e a esperança de volta? Não vejo ninguém melhor que uma criança.

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. (Isaías 9.6)

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Um feliz Natal e um 2009 recheado de amor para todos.

 

Jhônatas Cabral

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Cinco coisas que me definem

 

 

Uma palavra que acho difícil dissertar em mim: Definição. Pois não me vejo como um ponto, sou reticências. Perdoe-me Samantha, não consigo. Por favor, permita-me resumir as cinco coisas na célebre frase que se encontra na lápide de Robert Frost:

 

 

          “Ele teve um caso de amor com a vida”

 

 

(Atendendo, se é que atendi, ao meme da Samantha sobre as cinco coisas que me definem)

 

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Publicado por em dezembro 22, 2008 em Quartos

 

Blog Amado!

Mais um Selo!

 

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(Na travessia da prosa agradece todo o carinho do No Divã com Samantha)

 

E minha indicação vai para:

 

Liberdade para as borboletas

 
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Publicado por em dezembro 22, 2008 em Quartos

 

O desafio do último romance

Tinha acabado de pensar em algo para publicar aqui. Imaginei uma linguagem narrativa e romântica onde os verbos de primeira e terceira pessoa dançassem. Lembrei-me de um romance ainda não lido por completo, venho lendo-o paulatinamente. Único romance escrito por Emily Brontë, O MORRO DOS VENTOS UIVANTES. Fiz algumas frases em ritmo de conto e deletei, não me veio a inspiração. Aí clikei no blog do Matheus e da Bruna, o Último romance (link em minhas afinidades); Logo a transpiração apareceu, um desafio! Já era predestinação: Escrever alguma coisa sobre um romance, ler o “Último Romance”. Então me rendi e acatei as regras:

      “Agora que ela morreu, vejo-a em Hindley; ele tem os mesmos olhos dela, ou teria se você não tivesse tentado arrancá-los e feito com que eles ficassem pretos e vermelhos; e os…”.

 (MORRO DOS VENTOS UIVANTES, pág 161, quinta frase completa)

   

      A Passagem do desafio vai para: Blog da Elaine, Blog do Jeff, Liberdade para as borboletas, No Divã com Samantha, Meu baú de versos tortos. (Ambos em minhas Afinidades)

Decretos:

 

1-    Agarrar o livro mais próximo

2-    Abrir na página 161;

3-    Procurar a quinta frase completa;

4-     Colocar a frase no blog;

5-    Não escolher a melhor frase, nem o melhor livro! Utilizar mesmo o livro que estiver mais próximo;

6-     Passar para cinco pessoas!

                                                                                                       Jhônatas Cabral

 
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Publicado por em dezembro 22, 2008 em Quartos

 

Ôxe, vai levar não?

Ao entrar em uma livraria sou atraído a comprar sempre um novo livro. Ultimamente, venho resistindo a isso por um simples motivo: Ainda há livros em meu acervo não lidos completamente. Com essa atitude também estou aprendendo a terminar as coisas inacabadas, a não fazer as coisas pela metade, ser mais perseverante ou até ler (leia-se saborear) um livro todo antes de outro. Quero saber digerir melhor tanta coisa que possuo…

 

Perceber, numa segunda olhada, que há tanta novidade nas coisas antigas, pois há tesouros que ainda não foram encontrados. Por que não procurá-los mais uma vez? Perceber os detalhes…

 

Dar valor àqueles projetos adormecidos e se dispor a evoluir, ou seja, desejar tornar-se uma pessoa melhor,  consertar-se, renovar-se. Receber críticas e não jogá-las no lixo por inteiro.

 

Enfim, depreciar ao máximo o sentido de cada momento para não mais resistir ao desejo de comprar um novo livro, saber viver bem cada etapa da vida.

 

  

                                                                                                                            
Jhônatas Cabral

 
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Publicado por em dezembro 18, 2008 em Quartos, Sobre Livros e sabores

 

Um dia hei de completar?

Divago, pois os caminhos se multiplicam.

Divago, pois o vagão do trem está cheio de pensamentos vagos.

Meu trem é meus quartos, meus quartos são meus rumos. Meus rumos são sonhos a executar: olhos abertos.

 

Jhônatas Cabral

 

 
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Publicado por em dezembro 16, 2008 em Poemas, Quartos

 

Meu coração é um longo tubo…

Os teólogos, em sua maioria, afirmam que os animais não têm alma. E, por conta disso, não haveria lugar para eles no “céu”. Minha sensibilidade permite pensar no “paraíso” como a volta do que se perdeu – Nossa casamata do gênese, onde havia animais de todas as espécies. 

O que dizer da formiga?

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Como alguém pelo qual nos apaixonamos é natural querermos conhecer seus gostos, afazeres… Assim começa minha investigação por esse animal silvestre que, no mínimo, toca acordes em minha alma.

Dizem que quando começamos a ver formigas imaginárias ou sonhar com elas é porque estamos sentindo solidão. Boatos à parte, acabei de ver duas. Ou elas são muito exibidas ou estou muito aficionado por elas. Você sabia que “O peso de todas as formigas do mundo é aproximadamente o mesmo peso dos 6.000.000.000 de habitantes da terra somados”? Informou a revista National Geographic.

Imagina só se elas resolvem brincar de “Pirâmide formiga”?!

De vez em quando tomamos coca-cola juntos: Um copão pra mim, duas gotas para elas. Não preciso convidá-las, em pouco menos de 5 minutos elas puxam uma cadeira e se deliciam. Quanta eficiência… Acho que o ministério do trabalho do mundo dos seres “sem alma” aplica severas multas às formigas-rainhas pelos turnos ininterruptos trabalhados sem descanso de suas operárias ou será que elas riem de nós quando estamos preguiçosos?

O Rei Salomão certa vez aconselhou e virou decreto divino: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio”. (Provérbios 6.6)

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Hoje fui mordido por uma. A princípio fiquei raivoso, depois, com o coração amolecido, sorri e pedi desculpas a ela. Na realidade, eu é que a sufoquei com minha mão, impedi sua travessia…

Proporcionalmente, as mordidas de algumas formigas são mais fortes do que as de um tubarão, por exemplo. E servem também para afastar um predador ou lançar-se em fuga para trás ou para o alto. O coração de uma formiga é um longo tubo que bombeia o sangue da cabeça à retaguarda e volta à cabeça. Parece que tudo nela é feito para socializar, muitas vezes elas se servem de pontes umas para as outras…

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Se elas têm ou não alma eu não sei, mas que elas tocam um sambinha na minha, ah… Tocam.

 

   Jhônatas Cabral                

 
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Publicado por em dezembro 9, 2008 em Espiritualidade, Humor é tempero

 

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