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Amor em silêncio

30 out

 

                                                                

Eu a vi.

Ela olhou pra mim,

E sorriu.

Eu fiquei olhando, relutei, mas olhei novamente.

Ela não olhou mais,

Seguiu.

Em minha mente não.

Ela olhou de novo, veio ao meu encontro.

Pois é como teria de ser.

Ela voltando, já que fui tantas vezes…

Anos sonhando, dez segundos de realidade.

Realidade que só podia ser sonhada, desejada.

Como pode dez segundos ser uma eternidade?

E como pode uma eternidade ter um fim?

E como, em meio a tudo isso,

Prevalece a paz de tão-somente vê-la sorrir?

Silencio… Quero viver o sonho, mas querer já não é poder…

Escrevo, pois já não se torna tão silêncio.

As palavras formam uma pausa desse amor

e contrario suas regras…

Contudo, fico quite com minha natureza amante e expressiva

Pela qual me torno mais forte, mesmo sendo fraco.

[E já divido espinhos com Paulo, o apóstolo].

Dez segundos,

Uma flor azul,

Um sorriso “monalisa”

E um seguir em frente.

Jhônatas Cabral

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9 Comentários

Publicado por em outubro 30, 2008 em Poemas

 

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9 Respostas para “Amor em silêncio

  1. Neo

    outubro 31, 2008 at 14:35

    Cara!!

    Que show este texto…
    De vez em quando ensaio umas coisas assim, mas acabo não indo tão adiante..

    Abração

    Neo

     
  2. Samantha

    outubro 31, 2008 at 14:35

    Oiê…
    só passando…
    beijão

     
  3. Adelmar Lincoln

    novembro 1, 2008 at 14:35

    Veleu os versos, valeu a afinidade de sempre. Deus abençoe a criatividade existente. Valeu demais.

     
  4. Ev

    novembro 2, 2008 at 14:35

    sem palavras poeta! cada dia melhor!

     
  5. Ev

    novembro 2, 2008 at 14:35

    sem palavras poeta! cada dia melhor!
    que bom que você deu essa pausa do silêncio

     
  6. Ana Paula Garcia

    novembro 2, 2008 at 14:35

    obrigada pela visita @!! adorei seu blog!! ja esta no meus faoritos!

     
  7. Neo

    novembro 2, 2008 at 14:35

    Voltando pra agradecer a visita ao TOS e também pela parceria.

    Abraço!

    Neo

     
  8. ju rigoni

    novembro 3, 2008 at 14:35

    Puxa, Jhonatas! Texto que expõe, sem rodeios, a sensibilidade do poeta que o escreveu. Arrasou!

    Adorei! Bjs e inté!

     
  9. Samantha

    novembro 4, 2008 at 14:35

    Ei poeta, kd vc?
    Nos presenteie com suas palavras.
    beijão

     

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