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01 abr
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Ritmo. Que me leva à dança, me conduz ao pensamento. Ora reflexivo, ora pesaroso; sobretudo constante e paradoxalmente variável. Identifica-me, é próprio. Repete-se o tempo eis o ritmo, repete-se o ritmo eis o “ilusionismo”. Não há métrica que o deixe cartesiano, exato, aprisionado. É por isso que a prosa e o ritmo se dão bem, são enamorados. Crianças em um mundo dançante, reflexivo, pulsante.

Isso não é poesia? então o que é afinal ?

Eu recito meus poemas numa sala sozinho nem por isso se tornam monólogos, ao contrário, se tornam ritmos e ritmos nao precisam de ouvidos para senti-los. 

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2 Comentários

Publicado por em abril 1, 2008 em Quartos

 

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2 Respostas para “

  1. Evelyn

    abril 12, 2008 at 14:35

    é..éè! o ritmo não precisa ter a forma circular, o triângulo é a forma de alguém , e que importa se não é a do outro. o ritmo é peculiar, é único. É prosa, é dança, é poesia, agitado ou tranquilo, é vida.

     
  2. Monique Almeida

    abril 22, 2008 at 14:35

    …RITMOS DE POESIA FORMAM MELODIOSAS CANÇÕES DE VIDA…
    POUCAS E RARAS SÃO AS ALMAS SENSÍVEIS ÀS NUANCES DA PROSA, MAS PRA QUÊ TANTOS SONS SE A ARTE É PARA OS QUE SONHAM???
    E OS SONHOS NOS LIBERTAM…
    E OS SONHOS NUNCA ENVELHECEM…

     

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