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Arquivo mensal: março 2008

Distantes próximos

Achei muito boa a iniciativa do Augusto Machado em detrimento ao cartoon da música “Distantes Próximos” do Pr. Paulo Cezar (Grupo Logos).

 
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Publicado por em março 21, 2008 em Espiritualidade

 

Em algum lugar

                                                                                                                                                                          cadê ela?

Lua nova… Onde ela está?

Cadê ela?

Ela está aqui em algum lugar, eu sei.

Não a vejo, mas a sinto.

Eu sei…

Agora vejo!

E a vejo como um cego.

Eu tenho minhas pequenas mãos, posso desenhá-la.

Melhor, posso tocá-la.

De barco a levo como linguagem ao cérebro.

E ele me diz o que vejo.

Com o corpo inteiro ouço os sons:

Aqueles sussurros, aquelas prosas

de sentimentos

mudos.  

Lua nova, ela me vê!

Jhônatas Cabral

 
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Publicado por em março 21, 2008 em Poemas

 

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Egoísmo nosso de cada dia

desapego 45 
O egoísmo é como uma música que nunca sai do repertório humano. Natureza primitiva, segundas intenções disfarçadas e como natureza não podemos afastá-la, porém alimentá-la menos. Este trabalho minimiza um pouco meu pensamento escrito, pois ele já diz tudo, principalmente pela gargalhada do bebê que demonstra entusiasmo e vitória em relação ao futuro. Bebê terno e querido, mas e daqui a 30 anos? Um porco nazista?
 Acreditar nas pessoas… Já me disseram que é minha melhor qualidade. E me questiono:Se eu deixar de acreditar e ao deixar for verdade mesmo sempre tendo sido mentira?  Sim, eu fico com a gargalhada desprovida, mas como é difícil largar o cordão umbilical… Nossa zona de conforto, desapegar. Talvez por isso e muitos outros [issos] é que o egocentrismo torna-se uma arma atraente para nossas defesas. Um muro protetor auto-suficiente. Mas se assim o for porque bem lá no fundo nos rendemos à esperança mesmo cortado o cordão? Já não desejo tanto as respostas, porém não abro mão da VIDA. 
 

“Algo sempre guardarei”

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O tempo (Juninho Afram) 

O vento toca o meu rosto
Me lembrando que o tempo vai com ele
Levando em suas asas os meus dias,
Desta vida passageira
Minhas certezas, meus conceitos,
Minhas virtudes, meus defeitos
Nada pode detê-lo…

…O tempo se vai
Mas algo sempre guardarei…
…O Teu amor, que um dia eu encontrei.

Os meus sonhos, o vento não pode levar
A esperança, encontrei no Teu olhar
Os meus sonhos, a areia não vai enterrar
Porque a vida recebi ao Te encontrar…

…Nos Teus braços não importa o tempo
Só existe o momento de sonhar
E o medo que está sempre à porta
Quando estou com Você
Ele não pode entrar…

 
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Publicado por em março 10, 2008 em Sobre música e sentimento

 

surreais-23.jpg

Leonardo Boff certa vez disse:
“Cada um lê com os olhos que tem.
 E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto.”
Nesses dias de gerenciamento mental, há sempre muito a arrumar.
O bom é que já não fico só com a intenção,
pois ela precisa morrer para nascer a realidade.
É quando admitimos fraquezas que expandimos o que há de melhor em nós.
Se não fossem elas, como reconheceríamos a necessidade uns dos outros?
Negar o sofrimento, nosso e alheio, é se distanciar do [ser humano].
Ainda bem que “existe” a kriptonita para aqueles que se acham super-homens, ela promove a igualdade.
E com essa igualdade nós, pessoas “diferentes”, nos sensibilizamos com a dor dos outros e percebemos que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”.
Onde enraizamos os nossos pés?
Jhônatas Cabral
 
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Publicado por em março 10, 2008 em Pensando pensamentos

 

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Distantes Próximos (Paulo Cézar)

samaritano07.jpg 

Certa vez alguém caído percebeu
que os outros eram outros como eu.
Perceberam seu cansaço,
mas, distantes nos seus passos,
se negaram a lhe oferecer a mão.

Mas, no meio desses outros houve alguém
que, chegando perto logo o ajudou.
Pois tratou seus machucados,
Deu carona e uns trocados
e, ainda, com amor o hospedou.

Esse é o mundo de distantes próximos.
Essa gente tão igual a nós
Que está só porque passamos longe,
Mas…

Alguém tem que lhe dar o pão!
Alguém tem que mostrar-lhe a luz!
Alguém, que ame igual (a) Jesus.

 
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Publicado por em março 10, 2008 em Sobre música e sentimento