O jornal London Times, certa vez, solicitou a vários escritores que respondessem à pergunta: “O QUE HÁ DE ERRADO COM O MUNDO?”.
O vencedor foi CHESTERTON com essa resposta:
Prezados Senhores:
Eu.
Atenciosamente,
G. K. Chesterton
O jornal London Times, certa vez, solicitou a vários escritores que respondessem à pergunta: “O QUE HÁ DE ERRADO COM O MUNDO?”.
O vencedor foi CHESTERTON com essa resposta:
Prezados Senhores:
Eu.
Atenciosamente,
G. K. Chesterton
Em estado de êxtase, numa livraria, vi a capa da edição centenária de ORTODOXIA de G.K. CHESTERTON. Comecei a ler as primeiras palavras e quando me dei conta, já fazia o pagamento no caixa ansiosamente.
“Essa é a emocionante aventura da ortodoxia. As pessoas adquiriram o tolo costume de falar de ortodoxia como algo pesado, enfadonho e seguro. Nunca houve nada tão perigoso ou tão estimulante como a ortodoxia. Ela foi a sensatez, e ser sensato é mais dramático que ser louco. Ela foi o equilíbrio de um homem por trás de cavalos em louca disparada, parecendo abaixar-se para este lado, depois para aquele, mas em cada atitude mantendo a graça de uma escultura e a precisão da aritmética.”
Chesterton