Ôxe, vai levar não?

Dezembro 18, 2008

Ao entrar em uma livraria sou atraído a comprar sempre um novo livro. Ultimamente, venho resistindo a isso por um simples motivo: Ainda há livros em meu acervo não lidos completamente. Com essa atitude também estou aprendendo a terminar as coisas inacabadas, a não fazer as coisas pela metade, ser mais perseverante ou até ler (leia-se saborear) um livro todo antes de outro. Quero saber digerir melhor tanta coisa que possuo…

 

Perceber, numa segunda olhada, que há tanta novidade nas coisas antigas, pois há tesouros que ainda não foram encontrados. Por que não procurá-los mais uma vez? Perceber os detalhes…

 

Dar valor àqueles projetos adormecidos e se dispor a evoluir, ou seja, desejar tornar-se uma pessoa melhor,  consertar-se, renovar-se. Receber críticas e não jogá-las no lixo por inteiro.

 

Enfim, depreciar ao máximo o sentido de cada momento para não mais resistir ao desejo de comprar um novo livro, saber viver bem cada etapa da vida.

 

  

                                                                                                                            
Jhônatas Cabral


Um livro que comerei com um enorme prazer!

Novembro 10, 2008

2347957

Em estado de êxtase, numa livraria, vi a capa da edição centenária de ORTODOXIA de G.K. CHESTERTON. Comecei a ler as primeiras palavras e quando me dei conta, já fazia o pagamento no caixa ansiosamente.

 

“Essa é a emocionante aventura da ortodoxia. As pessoas adquiriram o tolo costume de falar de ortodoxia como algo pesado, enfadonho e seguro. Nunca houve nada tão perigoso ou tão estimulante como a ortodoxia. Ela foi a sensatez, e ser sensato é mais dramático que ser louco. Ela foi o equilíbrio de um homem por trás de cavalos em louca disparada, parecendo abaixar-se para este lado, depois para aquele, mas em cada atitude mantendo a graça de uma escultura e a precisão da aritmética.”

 

Chesterton