
Interessante a vida…
Tão mutável, tão inexplicável!
Engraçada a vida…
Nos faz rir de nós mesmos
não demora um tanto já nos faz chorar.
Pensar, pensar, pulsar, pulsar.
Um coração doente que precisa de cuidados,
para ser transformado em um coração sábio
e não se tornar um cardíaco espiritual.
Ah a vida… Ah a forma….
Não podemos fazer algo certo de uma forma incerta.
O que podemos? o que fazemos? o que queremos?
Já dizia Ken Wilber: “Quando alguém define as fronteiras de sua alma, estabelece também as batalhas que nela travará”
Talvez por isso tenhamos medo das nossas decisões, de como enxergar a vida
de como sermos sempre presentes à ela e não ausentes, fugitivos do acerto, da verdadeira forma de pensar, agir, pulsar, pulsar…
Um coração que simboliza nossa mente, nossas escolhas…
Céu e terra perduram pois não são egoistas; Antes nascem para todos, existem em benefício de toda a criação.
Como sermos pelo menos um estrela desse céu? Um grão de areia desta terra? Mas só isso? Ainda não queremos perdurar? Sermos eternos? ou só queremos ser ausentes, construir apenas nossos castelos de areia e nosso universo egoísta?
Ah a vida… Pra que tanto jogo de palavras?