Outubro 22, 2009
Estávamos em uma praça de alimentação na faculdade quando, subitamente, pensei em Nietzsche e nos que dizem que cometeu suicídio. Perguntei ao Douglas qual seria a razão, o motivo pelo qual ele achava ser a causa daquele ato (Se, de fato, ele suicidou-se). Enquanto ele pensava, eu mesmo me encarreguei de responder citando várias teorias de Nietzsche, seu ceticismo e sua teologia metafísica baseados na rejeição da fé-segurança e por conseqüência dessa auto-afirmação e da não imposição de dogmas sua forma de morrer atraia o suicídio ou vice e versa. No entanto, a resposta de Douglas foi muito mais inteligente e satisfatória: “Sei lá, acho que foi por causa de alguma mulher”
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Quartos | Etiquetado: meu amigo Douglas, Nietzsche, suicídio de Nietzsche |
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Escrito por Jhônatas Cabral
Outubro 22, 2009
Estava em uma livraria, ao olhar algumas revistas, quando escuto uma voz:
– Gosto demais dele! (se referia à imagem de Barak Obama na capa de uma revista)
– Ele simboliza muita esperança, respondi.
– Não simboliza, ele “é” um bom homem e sua trajetória de vida confirma isso. (argumentou)
Logo percebi que era melhor ficar ouvindo-a do que replicar.
– Não estranhe, gosto de conversar e falar alto, disse ela.
– Tudo bem, eu gosto de ouvir!
Aproximadamente umas duas horas em pé, parecia que nos conhecíamos a muito tempo; ela me fazia sorrir demasiadamente, me surpreendia com suas diabruras contadas, dividia lições de vida até meu celular tocar e me lembrar de meu compromisso.
Seu nome era Maria Cristina (acho que deveria ter uns 57 anos). Quanta espontaneidade e sinceridade… a travessia foi ótima!
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Quartos | Etiquetado: Barak Obama, Espontaneidade, Estranhos próximos, Maria Cristina |
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Escrito por Jhônatas Cabral
Outubro 2, 2009
Fim de noite e também estou com saudades de mim. Escrevo meus pensamentos, mas só desejo citar Thomas Merton:
Uma das chaves para a verdadeira experiência religiosa ( prefiro espiritual ) é a compreensão esmagadora de que, não importa o quanto nos detestemos, Deus não nos detesta. Essa percepção nos ajuda a entender a diferença entre nosso amor e o dele. O nosso é uma necessidade; o dele, uma dádiva.
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Espiritualidade | Etiquetado: fim de noite, o pulsar do coração do mestre, Thomas merton |
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Escrito por Jhônatas Cabral