Às vezes me pego querendo compreender tudo: Anoto, armazeno na memória, investigo, debato, discordo, concordo, olho de lado, ironizo, interrogo, duvido e me apronto rumo ao conhecimento. Entretanto, como compreender o canto de um sabiá? Ou como entender a lambida de afeto de uma leoa voraz no ferimento de seu filhote? É… Tem coisas que não foram feitas para compreender, mas simplesmente amar. Eu penso tanta coisa louca sobre Deus que acho que ele vivi rindo de mim, assim como um pai que ri das travessuras dos seus filhos. Tenho a leve impressão que o meu Deus não é diferente do seu, pois geralmente os nossos deuses são reflexos de nossos espelhos. Por exemplo, amo jardins e vejo um Deus jardineiro. Há aqueles que gostam de vingança, qual seria o Deus deles? Acho que é por isso que as religiões existem: para abrigar deuses diversos (ou engaiolá-los)

Jhônatas
Junho 2, 2009 às 14:35
Boa reflexão! Pensamentos! vida, nós temos que pensar, como dizia John Stott : Crer é também pensar. valeu mano!
Junho 7, 2009 às 14:35
Realmente, uma ótima reflexão. “Nossos deuses são reflexos de nossos espelhos” ^^