O egoísmo é como uma música que nunca sai do repertório humano. Natureza primitiva, segundas intenções disfarçadas e como natureza não podemos afastá-la, porém alimentá-la menos. Este trabalho minimiza um pouco meu pensamento escrito, pois ele já diz tudo, principalmente pela gargalhada do bebê que demonstra entusiasmo e vitória em relação ao futuro. Bebê terno e querido, mas e daqui a 30 anos? Um porco nazista?
Acreditar nas pessoas… Já me disseram que é minha melhor qualidade. E me questiono:Se eu deixar de acreditar e ao deixar for verdade mesmo sempre tendo sido mentira? Sim, eu fico com a gargalhada desprovida, mas como é difícil largar o cordão umbilical… Nossa zona de conforto, desapegar. Talvez por isso e muitos outros [issos] é que o egocentrismo torna-se uma arma atraente para nossas defesas. Um muro protetor auto-suficiente. Mas se assim o for porque bem lá no fundo nos rendemos à esperança mesmo cortado o cordão? Já não desejo tanto as respostas, porém não abro mão da VIDA.