Achei muito boa a iniciativa do Augusto Machado em detrimento ao cartoon da música “Distantes Próximos” do Pr. Paulo Cezar (Grupo Logos).
Achei muito boa a iniciativa do Augusto Machado em detrimento ao cartoon da música “Distantes Próximos” do Pr. Paulo Cezar (Grupo Logos).
Lua nova… Onde ela está?
Cadê ela?
Ela está aqui em algum lugar, eu sei.
Não a vejo, mas a sinto.
Eu sei…
Agora vejo!
E a vejo como um cego.
Eu tenho minhas pequenas mãos, posso desenhá-la.
Melhor, posso tocá-la.
De barco a levo como linguagem ao cérebro.
E ele me diz o que vejo.
Com o corpo inteiro ouço os sons:
Aqueles sussurros, aquelas prosas
de sentimentos
mudos.
Lua nova, ela me vê!
Jhônatas Cabral
O tempo (Juninho Afram)
O vento toca o meu rosto
Me lembrando que o tempo vai com ele
Levando em suas asas os meus dias,
Desta vida passageira
Minhas certezas, meus conceitos,
Minhas virtudes, meus defeitos
Nada pode detê-lo……O tempo se vai
Mas algo sempre guardarei…
…O Teu amor, que um dia eu encontrei.Os meus sonhos, o vento não pode levar
A esperança, encontrei no Teu olhar
Os meus sonhos, a areia não vai enterrar
Porque a vida recebi ao Te encontrar……Nos Teus braços não importa o tempo
Só existe o momento de sonhar
E o medo que está sempre à porta
Quando estou com Você
Ele não pode entrar…
Leonardo Boff certa vez disse:“Cada um lê com os olhos que tem.E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto.”Nesses dias de gerenciamento mental, há sempre muito a arrumar.O bom é que já não fico só com a intenção,pois ela precisa morrer para nascer a realidade.É quando admitimos fraquezas que expandimos o que há de melhor em nós.Se não fossem elas, como reconheceríamos a necessidade uns dos outros?Negar o sofrimento, nosso e alheio, é se distanciar do [ser humano].Ainda bem que “existe” a kriptonita para aqueles que se acham super-homens, ela promove a igualdade.E com essa igualdade nós, pessoas “diferentes”, nos sensibilizamos com a dor dos outros e percebemos que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”.Onde enraizamos os nossos pés? Jhônatas Cabral
Certa vez alguém caído percebeu
que os outros eram outros como eu.
Perceberam seu cansaço,
mas, distantes nos seus passos,
se negaram a lhe oferecer a mão.
Mas, no meio desses outros houve alguém
que, chegando perto logo o ajudou.
Pois tratou seus machucados,
Deu carona e uns trocados
e, ainda, com amor o hospedou.
Esse é o mundo de distantes próximos.
Essa gente tão igual a nós
Que está só porque passamos longe,
Mas…
Alguém tem que lhe dar o pão!
Alguém tem que mostrar-lhe a luz!
Alguém, que ame igual (a) Jesus.